VYAVIDA · YOGA · ARTE
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Juliana Lião

Uma trajetória em movimento.

Minha trajetória é marcada pela pluralidade e pelo movimento nômade.

Ela não se construiu em linha reta, mas numa busca contínua por aprender, reaprender e ampliar as lentes com que encontro o humano.

Entre universidade, mestres, escolas, viagens, práticas e culturas distintas, fui construindo um modo próprio de estudar e trabalhar: aberto ao contemporâneo sem abrir mão da tradição; atento à experiência sem abandonar rigor, disciplina e consistência.

Juliana Lião em meio à mata, com os braços erguidos e o olhar voltado para cima, entre folhas e luz filtrada

O corpo está no centro desse percurso.

A arte, no fundo de tudo.

Territórios / 01

Aprender entre territórios

Viver, estudar e trabalhar em diferentes lugares transformou minha maneira de conceber o potencial humano.

Brasil, Canadá, Alemanha, França, Índia, Sertão e outros territórios não aparecem na minha trajetória apenas como deslocamentos geográficos. Cada cultura oferece uma pluralidade de possibilidades de perceber, cuidar, criar e estar no mundo.

Interessa-me olhar para o humano através de múltiplas lentes - e não a partir de uma única cultura, uma única técnica ou uma única maneira de compreender a experiência.

BrasilCanadáAlemanhaFrançaÍndiaSertão

A consistência do meu caminho não está em permanecer no mesmo lugar.Está em continuar cultivando aquilo que me forma.

Pesquisa / 02

Estudo e pesquisa

Estudar nunca foi para mim uma etapa que ficou para trás.

A pesquisa continua acontecendo nos espaços formais de formação, no encontro com mestres e tradições, nos livros, nas viagens, no corpo, na prática e nas pessoas com quem trabalho.

Minha formação em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia convive com décadas de investigação do Yoga, do Método Kusum Modak, da dança, da música, da literatura, do movimento, da arte e de diferentes formas de cuidado.

Interessa-me perceber como diferentes saberes podem ampliar a maneira como experienciamos a vida, o potencial de abertura para o outro, para o desconhecido e o exercício da alteridade em constante atuação.

Juliana deitada na floresta entre folhas secas, com o braço estendido em um gesto de dança.

Arte / 03

A arte é o chão onde piso.

Não consigo pensar a vida sem arte.

A dança e a música são linguagens essenciais na minha vida, mas a arte não aparece somente quando danço, desenho, escrevo ou escuto música.

Ela atravessa a maneira como encontro o outro.

A cada atendimento, aula ou formação, existe também uma composição acontecendo: atenção, presença, disciplina, ritmo, transformação são sonoridades a harmonizar o encontro com o outro.

Arte de Juliana Lião: dançarina em gesto ampliado, sobreposta a paisagem e elementos gráficos
A arte como engrenagem para todo e qualquer encontro.

É uma maneira de permitir que algo vivo aconteça - que o encontro possa mobilizar, inspirar e transformar quem participa dele.

Arquivo de movimento

Alguns percursos pela dança

  • 01Técnicas Básicas do Movimento - UFBA
  • 02Dança-teatro Butoh com Natsu Nakajima, Ko Murobushi e Denise Fujiwara
  • 03Centre National de la Danse - Pantin, França
  • 04School of Contemporary Dance and Theatre - Toronto, Canadá
  • 05Projeto Reviver - Petrobrás
  • 068º Prêmio Sérgio Mota
  • 07Performances e trabalhos apresentados no Brasil, Canadá e festivais internacionais

Linguagens / 04

Corpo, cuidado e presença

Psicologia, Yoga e terapia corporal são linguagens diferentes, mas hoje não existem para mim como territórios completamente separados.

Cada uma ensinou uma forma de presença.

Psicologia

A Psicologia aprofundou a escuta da história, dos afetos e da singularidade.

Yoga

O Yoga trouxe disciplina, precisão, concentração e uma relação com a prática que ultrapassa a execução das posturas.

Método Kusum Modak

O Método Kusum Modak trouxe o toque, a experiência direta do corpo e uma relação de cuidado construída ao longo de mais de 25 anos.

Não procuro transformar essas linguagens em uma única técnica. Interessa-me aquilo que cada uma permite perceber.

Permanência / 05

Tradição e transmissão

Há também uma dimensão de permanência no meu caminho.

Sou professora de Iyengar Yoga certificada pelo Ramamani Iyengar Memorial Yoga Institute, em Pune, e continuo estudando dentro dessa tradição.

O Método Kusum Modak faz parte da minha vida há mais de 25 anos. Estudei diretamente com Kusum, fui sua assistente e, com o tempo, transmitir esse trabalho passou a ocupar um lugar cada vez mais importante na minha trajetória.

Juliana Lião com Kusum Modak, em Pune, Índia
Arquivo / memóriaCom Kusum Modak, na Índia
Transmitir o que me foi transmitido.

Receber uma tradição, para mim, não significa imobilizá-la. Significa estudá-la com rigor, permitir que atravesse a experiência e assumir responsabilidade pela maneira como ela continua viva no mundo.

Arquivo de formação

Alguns percursos

01

Psicologia

Universidade Federal da Bahia

Psicologia Clínica desde 2019

02

Arte e movimento

Butoh · dança contemporânea · performance · arteterapia (ISIS Canada Expressive Art Therapy - The CREATE Institute)

Brasil · Canadá · França

03

Iyengar Yoga

Certificação internacional - RIMYI, Pune, Índia

Ensino no Brasil e na Alemanha

04

Yoga e pesquisa corporal

Indea Yoga - Mysore, Índia

Yoga Restaurativa - Kashmir Shaivism School of Yoga, Índia

05

Método Kusum Modak

Mais de 25 anos de prática, estudo e transmissão

Estudo direto com Kusum Modak e atuação como sua assistente

Formadora e integrante da diretoria de educação do Instituto Modak

Em aberto

Um caminho que continua.

Minha trajetória continua aberta.

Estudo, corpo, arte, tradição, deslocamento e encontro continuam brotando à medida que a vida apresenta novos territórios.

Talvez o movimento nômade seja também isso: não chegar a uma forma definitiva, mas continuar disponível para aprender, transformar e compor.

Compor é fazer existir algo que antes não existia.

Se existe um trabalho, uma pesquisa, um convite ou uma possibilidade de encontro que você gostaria de construir comigo, podemos começar por uma conversa.

Compor um encontro